A permanência da impermanência da questão indígena

A questão indígena nunca pode sair de pauta. Uma maneira artística de realizar perguntas e propor reflexões sobre o tema ocorre na pesquisa visual da artista plástica Dani Sandrini. Durante nove meses, período de uma gestação, ela e sua equipe estiveram em contato com índios no contexto urbano da capital paulista. Esse diálogo foi registrado por meio de fotografias que incluem o cotidiano, o trabalho e as manifestações religiosas dessas pessoas. A efemeridade que ameaça toda vida, mas que se amplia nessa população, é metaforizada pela forma de impressão escolhida.…

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As soluções que a oratória traz na vida pessoal e profissional das pessoas

A oratória é uma habilidade de comunicação, que envolve falar bem, de maneira clara e assertiva, sobre os mais diversos assuntos. Por essa razão, a oratória afeta diretamente as pessoas, pois o ato de se comunicar está relacionado à forma como absorvem e se expressam no mundo, ou seja, a visão que possuem sobre a vida. De acordo com Fran Rorato, especialista em comunicação e oratória, a oratória pode ajudar a vida de uma pessoa. No lado pessoal, a oratória contribui efetivamente para a melhoria dos relacionamentos, além de colaborar…

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Catandupedras começa nesta quinta-feira no Sesc Catanduva

A 11ª edição do Catandupedras, o festival de rock do Sesc Catanduva, começa nesta semana e promete agitar as noites de Catanduva e toda região com muito rock’n’roll! Na sexta-feira (7), às 20h, a unidade recebe a Banda Plebe Rude para a abertura do festival. A banda, formada em 1981, em Brasília, começou se destacando no meio punk-rock por volta de 1982, época da efervescência roqueira na capital federal. Entre músicos e bandas da geração do rock brasiliense, surgidos na década de 1980, o vocalista/guitarrista Philippe Seabra, o baixista André…

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Um mundo que se organiza

Iberê Camargo (1914 – 1994) dizia que “a obra de arte nasce como um mundo que se organiza: é sempre criadora do mundo”. Para ele, trabalhar materiais era uma forma de objetivar novas realidades. O desafio estaria em construir cores e ritmos produzissem algum tipo de arrebatamento. A visualidade de Selma Bombachini caminha nessa direção ao utilizar o tricô e a cerâmica. As técnicas dialogam entre si para instaurar um universo que remete a casulos e ninhos. Talvez, porém, o que ali esteja seja muito mais um ato de amor…

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