Em um mundo digital, quero ser analógico

Por Fredi Jon Vivemos conectados — e, paradoxalmente, cada vez mais distantes. Nunca houve tantas telas acesas, tantas notificações piscando, tantas vozes falando ao mesmo tempo. E, ainda assim, o silêncio entre duas pessoas nunca foi tão ruidoso. A era digital prometeu aproximação, mas entregou aceleração. Prometeu informação, mas nos mergulhou em dispersão. As relações tornaram-se rápidas, descartáveis, mediadas por algoritmos que decidem o que vemos, o que sentimos e até o que desejamos. Curtimos mais do que conversamos. Reagimos mais do que refletimos. E, pouco a pouco, vamos terceirizando…

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