A força feminina que transforma o agro Brasileiro

Por: Tatiane Ganda Noronha – Gestora de Qualidade da Naturafrig No Dia Internacional da Mulher, mais do que celebrar conquistas, é fundamental analisarmos a evolução do cenário onde operamos. No agronegócio brasileiro, a presença feminina deixou de ser coadjuvante para se consolidar como um pilar de gestão e produtividade. Como Gestora de Qualidade da Naturafrig, acompanho de perto o cenário e vejo que a liderança feminina no campo é, na verdade, um sinônimo de resiliência e competência técnica que merece todo o nosso reconhecimento. Dados do último Censo Agropecuário revelam…

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Músico: aquele que sorri com o coração cansado, canta com o bolso vazio e toca com a alma cheia de história.

Por Fredi Jon Nem sempre quem leva alegria… está alegre. Bem-vindo ao teatro invisível dos músicos da vida real. Um espetáculo que não aparece nas fotos do Instagram. Nem nos vídeos editados do TikTok. Muito menos nas palmas do final. Aqui, atrás do violão, do microfone, da maquiagem improvisada e do figurino que às vezes é o mesmo da vida… mora um personagem que precisa, todos os dias, vencer um monte de cenas desafiadoras. Porque ser músico, principalmente músico de rua, de eventos, de encontros, de serenatas, de botecos ou…

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O grande paradoxo da vida: Estamos evoluindo ou nos autodestruindo?

Por Fredi Jon Divido com vocês uma pergunta que sempre fiz e que a cada dia amplifica-se a resposta. O microcosmos e o macrocosmos são reflexos do mesmo princípio: a polaridade que rege a existência. Em todas as escalas da realidade, desde a vastidão do universo até a menor partícula subatômica, há um jogo constante entre opostos,  luz e sombra, criação e destruição, caos e ordem. O ser humano, posicionado entre essas forças, não apenas experimenta essa dualidade dentro de si, mas também a manifesta no mundo externo, muitas vezes…

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Em um mundo digital, quero ser analógico

Por Fredi Jon Vivemos conectados — e, paradoxalmente, cada vez mais distantes. Nunca houve tantas telas acesas, tantas notificações piscando, tantas vozes falando ao mesmo tempo. E, ainda assim, o silêncio entre duas pessoas nunca foi tão ruidoso. A era digital prometeu aproximação, mas entregou aceleração. Prometeu informação, mas nos mergulhou em dispersão. As relações tornaram-se rápidas, descartáveis, mediadas por algoritmos que decidem o que vemos, o que sentimos e até o que desejamos. Curtimos mais do que conversamos. Reagimos mais do que refletimos. E, pouco a pouco, vamos terceirizando…

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Você ainda é humano?

As redes sociais vivem nos perguntando se somos humanos.“Marque os semáforos.”“Prove que não é um robô.”“Confirme sua identidade.” Bastam alguns cliques.E pronto: você está autorizado a existir. Curioso. Nunca nos perguntam se sabemos sentir.Nunca nos perguntam se sabemos respeitar.Nunca nos perguntam se sabemos cuidar. Enquanto isso, humanos “verificados” destroem países em nome de ideologias, transformam mentiras em bandeiras, ódio em discurso, violência em projeto.Com perfil autenticado e consciência desligada. Adolescentes riem enquanto machucam.Filmam a crueldade.Transformam dor em entretenimento.E curtidas em medalhas. O crime organizado não se esconde mais.Ele tem marketing.Tem…

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Indústria no alvo do insaciável apetite fiscal

Por Rafael Cervone Medidas recentes adotadas pelo poder público aprofundam uma distorção histórica da economia brasileira: a insistência em elevar uma carga tributária já excessiva, penalizando investimentos, empregos e a competitividade. É uma prática que não enfrenta a raiz do problema e castiga quem produz e trabalha. Dentre as iniciativas mais nocivas está a recente aprovação da Lei Complementar nº 128/2025, que inaugura um equívoco conceitual grave ao tratar o lucro presumido como se fosse um benefício fiscal. Não é e jamais foi. Classificá-lo dessa forma é falacioso. Na prática,…

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A difícil arte de fazer alguém se sentir importante – A serenata que ninguém vê

Por Fredi Jon O que pouca gente sabe é que uma serenata começa muito antes da primeira nota. Ela nasce no GPS confuso, na rua sem placa, no bairro onde o sinal some e a coragem precisa aparecer. Nem sempre o endereço é fácil, nem sempre é seguro, nem sempre o trânsito colabora. E, às vezes, quando finalmente chegamos… o homenageado não está. A gente canta para a ausência, para a esperança, para a possibilidade. Tem festa barulhenta, convidado que acha que serenata é trilha sonora de conversa paralela. Riem…

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O Som que Transforma Ostras em Pérolas

Aprendi ao longo da vida que todo ser humano nasce ostra. Não por vocação marinha, mas por necessidade existencial. Somos sensíveis demais para o mundo que nos recebe e, cedo, entendemos que sentir tudo tem custo. O tempo faz seu trabalho silencioso: lança areia. Frustrações, ausências, afetos adiados. Para sobreviver, fechamos a concha. Chamamos isso de maturidade. Em muitos casos, é apenas cansaço bem organizado.

Por Fredi Jon Aprendi ao longo da vida que todo ser humano nasce ostra. Não por vocação marinha, mas por necessidade existencial. Somos sensíveis demais para o mundo que nos recebe e, cedo, entendemos que sentir tudo tem custo. O tempo faz seu trabalho silencioso: lança areia. Frustrações, ausências, afetos adiados. Para sobreviver, fechamos a concha. Chamamos isso de maturidade. Em muitos casos, é apenas cansaço bem organizado. A serenata surge quando a alma está protegida demais para continuar viva e ferida demais para se abrir sozinha. É exatamente nesse…

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O conto de Natal da economia

O romance Um Conto de Natal, escrito pelo romancista inglês Charles Dickens em 1843, conta a história de Ebenezer Scrooge, um homem sovina e solitário, que é visitado pelos fantasmas do Passado, do Presente e o do Futuro. Eles lhe revelam o peso de suas escolhas erradas. A economia brasileira, à sua maneira, vive algo parecido. Também recebe espectros, e todos eles insistem em nos mostrar os riscos dos nossos equívocos. Nosso primeiro visitante é o Fantasma do Passado. Ele arrasta as correntes pesadas do Custo Brasil. O segundo visitante,…

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Ano novo, o mesmo mundo: quando mudar o olhar é mais urgente do que mudar o calendário

Por Fredi Jon Todo fim de ano repete um ritual conhecido: promessas, listas, votos de renovação. O calendário muda, os fogos iluminam o céu e, por algumas horas, parece que a vida ganhará um novo enredo. Mas passado o espetáculo, o que permanece é quase sempre o mesmo cenário — os mesmos conflitos, as mesmas desigualdades, os mesmos dilemas pessoais e coletivos. Talvez o erro esteja na expectativa. Não é o tempo que nos trai; somos nós que insistimos em olhar os velhos problemas com lentes gastas. A ideia de…

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