Casadas, mães, empresárias, produtoras e idealizadoras da websérie “Não Costumo Me Apaixonar por Telefone”, as duas representam uma nova etapa da visibilidade lésbica no Brasil: a possibilidade de ocupar espaços, criar narrativas e construir o próprio futuro. Antes de existir uma produção audiovisual assinada por duas mulheres LGBT+, houve a luta pelo direito de simplesmente ser e estar. Na São Paulo dos anos 1980, o Ferro’s Bar, na região central, era um importante ponto de encontro, socialização e organização política de mulheres lésbicas. Em 19 de agosto de 1983, o…
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